A Moisés Salgado
"Mas ele, que sonhara com o Maio sem arame farpado a dividir povos e regiões e a coagir a liberdade de pensamento regozijava-se com esse pequeno avanço. Fechou as pálpebras e deixou-se ir, esboçando entre os lábios a serenidade da satisfação. E evitando despedidas partir sem recear de que ele, tal como as papoilas, voltarão a desabrochar, outros do mesmo todo, por uma cíclica temporada."
in Gravuras de Maio | 2009 | Moisés Salgado.
Até breve, até sempre.
Rui
0 dpi:
Enviar um comentário