19 de agosto de 2010

Dedicatória

A Moisés Salgado

"Mas ele, que sonhara com o Maio sem arame farpado a dividir povos e regiões e a coagir a liberdade de pensamento regozijava-se com esse pequeno avanço. Fechou as pálpebras e deixou-se ir, esboçando entre os lábios a serenidade da satisfação. E evitando despedidas partir sem recear de que ele, tal como as papoilas, voltarão a desabrochar, outros do mesmo todo, por uma cíclica temporada."

in Gravuras de Maio | 2009 | Moisés Salgado.

Até breve, até sempre.

Rui

1 dpi:

JoséManuelBarbosa 13/11/10 10:42  

Um amigo nunca parte muito menos vira costas ausentando-se apenas por muito pouco ou tempo indeterminado restando-nos esperar ansiosamente o seu regresso mantendo-o vivo nas nossas memórias.

Quando o telefone tocou que tinhas partido há uma hora e os olhos se encheram incrédulos de lágrimas compreendi mais uma vez a importância da vida com o essencial a saltitar no cérebro que o resto o resto, tudo o resto sem importância.
Saudades meu querido amigo...

Para ti, Rui, um abraço cúmplice...

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