13 de fevereiro de 2010

Baile de máscaras

4 dpi:

JMV 16/2/10 17:48  

Rui, muito obrigado pela visita e palavras que muito me sensibilizaram. Claro que pode dispor das fotografias que mais o tocarem. Fico bastante honrado.
Um abraço

QuasiCentelha 21/2/10 01:10  

Now in Vienna there's ten pretty women
There's a shoulder where Death comes to cry
There's a lobby with nine hundred windows
There's a tree where the doves go to die
There's a piece that was torn from the morning
And it hangs in the Gallery of Frost
Ay, Ay, Ay, Ay
Take this waltz, take this waltz
Take this waltz with the clamp on its jaws

Oh I want you, I want you, I want you
On a chair with a dead magazine
In the cave at the tip of the lily
In some hallways where love's never been
On a bed where the moon has been sweating
In a cry filled with footsteps and sand
Ay, Ay, Ay, Ay
Take this waltz, take this waltz
Take its broken waist in your hand

This waltz, this waltz, this waltz, this waltz
With its very own breath of brandy and Death
Dragging its tail in the sea

There's a concert hall in Vienna
Where your mouth had a thousand reviews
There's a bar where the boys have stopped talking
They've been sentenced to death by the blues
Ah, but who is it climbs to your picture
With a garland of freshly cut tears?
Ay, Ay, Ay, Ay
Take this waltz, take this waltz
Take this waltz it's been dying for years

There's an attic where children are playing
Where I've got to lie down with you soon
In a dream of Hungarian lanterns
In the mist of some sweet afternoon
And I'll see what you've chained to your sorrow
All your sheep and your lilies of snow
Ay, Ay, Ay, Ay
Take this waltz, take this waltz
With its "I'll never forget you, you know!"

This waltz, this waltz, this waltz, this waltz
With its very own breath of brandy and Death
Dragging its tail in the sea

And I'll dance with you in Vienna
I'll be wearing a river's disguise
The hyacinth wild on my shoulder,
My mouth on the dew of your thighs
And I'll bury my soul in a scrapbook,
With the photographs there, and the moss
And I'll yield to the flood of your beauty
My cheap violin and my cross
And you'll carry me down on your dancing
To the pools that you lift on your wrist
Oh my love, Oh my love
Take this waltz, take this waltz
It's yours now. It's all that there is.


Leonard Choen

b ú z i o 22/4/10 10:59  

Posso vir a não ter tempo para mais.
Também o teatro é dar-se assim me apresento perante voz, a vós.
É uma das diferentes formas de vida, ou amanhã artesão, porque esta é actividade que me tem como profissional, sem vocação, assim me apresento; assim nos reunimos como voz.
É este o eu que vos fala, máscara sinónima de subsistência.
Dentro de mim, anónima, em que me existo verdadeiro e nunca o saberei.
Esse dentro que sou eu assim me tem por fora, com uma forma e um nome, esse ela que é tudo, esse Eu que não sou nada. Vestido vazio.
Porque há uma, uma… desmesurada procura de amizade, todos somos essa voz, que por aqui ecoa, que aqui resvala; nos dou a conhecer mais que um nome.. Farinha no mesmo saco.
Em mim já confusão, a nós; universal atroz. Também nunca o saberei.
Já não mais que sem idade e se voz; já não falo em liberdade.
Respondo-vos ao que me perguntei, abraçando-nos voz sem nome, verdadeira.
Que faço eu aqui, que mãos manchadas de sangue?
Que vós é esta voz; que voz é esta?
Limpo as mãos Vergílio, mais não faço que obedecer.

A Deus. A agnóstica liberdade, nossa voz se divindade, viver.

Vergílio Torres

Rui,  13/7/10 21:29  

Muito obrigado!

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